"Odeio-te! Mas porque te amo... Amo-te da forma mais pura e sublime que alguma vez conheci. Amo-te para lá do prazer da carne, para lá de todo o entendimento humano. Amo-te por aquilo que és e por aquilo que sempre foste. Amo cada gesto, cada palavra e cada expressão. Mesmo ausente, sinto a tua presença, ouço a tua voz... Cada vez mais perfeito... És tudo e nada, és alma danada largada ao vento, que por mais que se ausente terei sempre presente..."



Retirado do blog: sofrer-de-amor.bloguepessoal.com

ᵛᶤᵛᵉʳ ᵒᵘ ˢᵒᶰʰᵃʳ﹖
08-04-11, 22:38 h


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